22° dia – São Joaquim, Serra do Rio do Rastro e Bom Jardim da Serra

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Depois de aproveitar mais uma vez o delicioso café da manhã caprichado da pousada Arcanjo Rafael, juntamos nossas malas e nos despedimos de Urubici. Chegando em São Joaquim fomos direto ao Posto de Informações Turísticas para pegar informações sobre lugares na cidade. Fomos primeiro no Parque Nacional da Maçã, um complexo onde acontecem eventos. Paramos lá dentro em uma feirinha de artesanato e quitutes.

 

São Joaquim – a terra da maça

Ao lado do Parque Nacional da Maçã fica a Estação Experimental de São Joaquim. Chegando lá falamos para um segurança que queríamos visitar o lugar e ele mesmo, muito gentil, nos guiou pelas instalações. Para começar, conhecemos a primeira macieira de São Joaquim, trazida do Japão. Depois, fomos visitar as plantações de maçã e de outras frutas que são fonte de estudo dos pesquisadores que trabalham ali.Não era época de colheita e por isso todas as macieiras que vimos estavam secas. Mas para compensar, visitamos uma estufa com algumas macieiras que estavam florescendo. São dessas flores que nascem as maçãs.

Por indicação do segurança, seguimos para visitar uma das cooperativas de maçãs de São Joaquim e chegamos na Cooperativa Sanjo. Paramos na loja da Sanjo para comprar maçãs. Enormes e vermelhinhas elas são de dar água na boca. Fomos até a portaria da Cooperativa Sanjo e pedimos para fazer a visita. Depois da nossa insistência de viajantes, fomos recebidos por um funcionário que nos cedeu uniformes e toucas e nos guiou por toda a fábrica, cheia de maçãs, mostrando e falando sobre todo o processo de colheita, seleção, limpeza e armazenagem. Uma super aula para nós.

 

Serra do Rio do Rastro

Continuamos nossa viagem, dessa vez em direção à famosa Serra do Rio do Rastro. A expectativa era grande para conhecer o lugar. Porém, ao chegar ao mirante no topo da serra, que fica na beira da estrada, um super problema: a neblina estava tão forte que mal víamos um metro adiante dos nosso olhos. Não dava para ver nada.

Ficamos um tempo por ali pensando no que poderíamos fazer. Na verdade foi um bom tempo. Fomos até as lojinhas do mirante da Serra do Rio do Rastro (o lugar tem boa infraestrutura) e tomamos um chocolate para esquentar. Não adiantou. Apesar da neblina diminuir depois de algum tempo, a estrada até o litoral estava completamente coberta.

Para não perder essa atração resolvemos voltar até a cidade de Bom Jardim da Serra para passarmos a nossa noite. A cidade é bem pequena, tem pouquíssimos hotéis e só achamos um restaurante. Ficamos no hotel Morada dos Pinheiros que não recomendamos para ninguém. Bem simples, móveis super antigos e o preço alto.

Além disso, no outro dia fomos surpreendidos pela cobrança do aquecedor que, além de não terem nos avisado que era cobrado à parte, o valor desse “aluguel” foi um terço da hospedagem. Nenhum hotel até então tinha cobrado pelo uso do aquecedor. Infelizmente alguns proprietários de hospedagens não sabem atender nem precificar seus serviços.

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