7° dia – Treze Tílias e Fraiburgo

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Hoje fomos acordados com o mimo de um café da manhã saboroso levado na porta do quarto. Sem dúvida a escolha da pousada da Dna Maria Teresa em Treze Tílias foi excelente. Nos sentimos em casa, o que rendeu um toque especial à viagem.

Saímos para o Museu Castelinho onde também fomos muito bem recepcionados. O museu conta a história da cidade e toda a tradição praticadas até hoje pelos moradores . Conhecemos uma família de São Paulo que viajou mais de 700 km apenas para conhecer Treze Tílias. Hoje, sabendo como a cidade é especial, sem dúvida também faríamos isso.

 

Museu Castelinho - Treze Tílias

Museu Castelinho

 

Mais tarde fomos a Linha Italiana, uma graciosa estrada que por meio das construções (a mais antiga de 1942) e produtos coloniais, oferece aos visitantes uma viagem na história.

Mais uma vez almoçamos no ótimo custo benefício restaurante Gringo, com direito à uma deliciosa sobremesa grátis.

Ao voltar para pousada arrumamos nossas coisas e depois de uma agradável conversa com o simpático casal dono da casa, seguimos viagem.

Sem dúvida Treze Tílias nos surpreendeu muito e ficará guardada como uma das cidades mais agradáveis que visitamos. Na verdade, uma cidade turística pra ser considerada agradável, na nossa opinião, não deve ter apenas atrativos turísticos, mas deve ser assim, pitoresca, com um bom atendimento, diversidade de programas, e com pequenos detalhes que a tornem única entre as outras.

Perto de Treze Tílias fica a cidade de Fraiburgo. As duas fazem parte da Rota da Amizade. Resolvemos parar para apreciar a Capital Nacional da Maça como é conhecida a cidade de Fraiburgo.

A visita não foi tão agradável como pensamos. O motivo é que nos lugares que paramos (Casa do Turista e Barraquinha da Maça – não se engane, são apenas lojas!) ninguém soube nos dar informações sobre a cidade. Ao invés de informações nos dois lugares nos ofereceram apenas produtos e serviços para comprar.

Compramos apenas uma geleia de maça e quando saímos da cidade avistamos o portal com uma casinha ao lado. Pensamos ser, finalmente, um posto de Informações Turísticas, mas mais uma vez era apenas um comércio com produtos de maça.

Por isso, acabamos só passando pela cidade. Mesmo assim, o lugar parece ter alguns passeios (que tentaram nos vender) e muitos derivados gostosos da maça, por isso pode valer a visita.

Na estrada foram 3h de viagem até Lages e como ainda estava claro, resolvemos seguir para Caxias do Sul. Essa e a vantagem de viajar de carro e não reservar a hospedagem. O único problema é que a cidade de Caxias do Sul não chegava. As placas marcavam a kilometragem apenas até os limites de municípios e, por isso, a viagem demorou mais do que planejamos.

Chegamos em Caxias do Sul às 21h. Depois de andar um pouco pelas ruas, paramos no Habib’s para comer e avistamos um hotel que felizmente tinha vaga e foi nele que passamos à noite. No próximo post falamos o que fizemos em Caxias do Sul.

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